Segundo a PF, eles cobravam valores específicos para eliminar diferentes figuras públicas:
- R$ 250 mil para ministros do STF,
- R$ 150 mil para senadores,
- R$ 100 mil para deputados federais.
O grupo funcionava organizadamente, com funções bem definidas, parecendo uma milícia armada, com forte motivação ideológica. A violência era oferecida como um “serviço” contratado por interesses políticos e financeiros.
A operação continua em andamento, e as investigações continuam, buscando entender conexões políticas e financeiras do grupo.





