Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem benefício acima do salário mínimo terão aumento de 3,9% na remuneração, a partir de fevereiro.
Com a correção, o teto dos benefícios da Previdência Social sobe para R$ 8.475,55 em 2026, contra R$ 8.157,40 em 2025. A norma foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (12). A variação equivale ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025. O indicador mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários mínimos.
O aumento de 3,9% será pago integralmente aos beneficiários que já recebiam as aposentadorias e pensões do INSS acima de um salário mínimo em 1º de janeiro de 2025. Aqueles que começaram a receber o benefício após essa data terão aumento proporcional ao número de meses em que o benefício foi pago.
Atualmente, 13,25 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Um total de 21,9 milhões de pessoas, cerca de 62,5% do total dos aposentados e pensionistas, ganham o salário mínimo, que subiu de R$ 1.580 para R$ 1.618.
O reajuste de 3,9% também vai incidir sobre a tabela do INSS, por meio da qual os trabalhadores da iniciativa privada com carteira assinada e de empresas estatais recolhem as contribuições. As alíquotas e as faixas de dedução vão incidir sobre as seguintes faixas:
– Quem recebe até R$ 1.621 terá alíquota de 7,5% e faixa de dedução em R$ 0;
– De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84, a alíquota é de 9%, com parcela de dedução em R$ 23,66;
– De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27, a alíquota é de 12%, com parcela de dedução em R$ 110,75;
– De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55 com alíquota de 14% e parcela de dedução em R$ 197,83.
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