Presidente da Cagece reconhece falhas na distribuição de água

O presidente da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), André Facó, reconheceu na tarde desta quinta-feira (4)...

O presidente da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece), André Facó, reconheceu na tarde desta quinta-feira (4) as falhas nos serviços fornecidos pela Companhia, no Estado e destacou as ações desenvolvidadas pela Cagece no intuito de minimizar os impactos da seca e atender a população. Ele participou da reunião da Comissão Especial de Combate à Seca, na Assembleia Legislativa (AL-CE).

De acordo com André Facó, a Companhia desevolve ações emergenciais e estruturantes para minimizar os impactos da estiagem no Ceará, considerada a maior dos últimos 50 anos. “Como medida emergencial, a Cagece investiu R$ 50 milhões para a construção de 100 novos poços nas cidades mais castigadas pela seca, como Beberibe, Milhã, Trairi e Quiterianópolis”. O presidente da Cagece disse, ainda, que apesar de recentemente a presidente Dilma Rousseff ter aprovado verba de R$ 9 bilhões para combater os impactos da seca, “o que está atrapalhando o andamento das obras é a burocratização”.

André Facó também explicou a falta d’água que ocorreu durante o feriado da Semana Santa, que causou transtornos à população. “A data foi escolhida após seis meses de planejamento, levando em conta que cerca de 30% da população deixa a cidade neste período. O maior problema foi de comunicação, pois nas notas emitidas nós esclarecemos que o abastecimento seria normalizado ao longo da semana”, justificou.

NOTIFICADA – De acordo com André Facó, a Companhia desevolve ações emergenciais e estruturantes para minimizar os impactos da estiagem no Ceará, considerada a maior dos últimos 50 anos. “Como medida emergencial, a Cagece investiu R$ 50 milhões para a construção de 100 novos poços nas cidades mais castigadas pela seca, como Beberibe, Milhã, Trairi e Quiterianópolis”. O presidente da Cagece disse, ainda, que apesar de recentemente a presidente Dilma Rousseff ter aprovado verba de R$ 9 bilhões para combater os impactos da seca, “o que está atrapalhando o andamento das obras é a burocratização”.

André Facó também explicou a falta d’água que ocorreu durante o feriado da Semana Santa, que causou transtornos à população. “A data foi escolhida após seis meses de planejamento, levando em conta que cerca de 30% da população deixa a cidade neste período. O maior problema foi de comunicação, pois nas notas emitidas nós esclarecemos que o abastecimento seria normalizado ao longo da semana”, justificou.

Após a resposta, a autarquia pode multar a Cagece em valor de até 0,1% do faturamento anual da companhia, que chega a R$ 330 mil. Segundo a Cagece, a demora ocorreu devido a um problema técnico nas obras de reparo próximo à Arena Castelão. “Caso seja confirmado a falha técnica na obra, a Cagece deve sim ser multada”, diz Alessandro.

A Cagece suspendeu o abastecimento de água na Grande Fortaleza na quinta-feira e havia anunciado o retorno do abastecimento para a noite do mesmo dia. As obras, segundo a Cagece, eram necessárias para melhorias no sistema de abastecimento da região.

Segundo o diretor de saneamento da Acfor, além da notificação da demora no reabastecimento após as obras, a autarquia cobra o abastecimento satisfatório em toda a região. De acordo com Alessandro, bairros em locais de maiores altitudes de Fortaleza recebem água nas torneiras de forma irregular. “Normalmente nesses bairros as caixas d’água são abastecidas à noite, e não é suficiente para as famílias o dia inteiro”, diz.

G1 CE

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