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34% dos brasileiros já enviaram fotos íntimas, aponta pesquisa

Evite fazer e enviar fotos via dispositivos móveis. Foto: GNT Studio/Shutterstock

Não é incomum que hoje, casais enviem fotos íntimas entre eles, não é mesmo? De acordo com uma pesquisa realizada pela Kaspersky, em parceria com a empresa chilena de pesquisa CORPA, 34% dos brasileiros já enviaram fotos íntimas a parceiros ou amigos e 28% já tiraram fotos ou se gravaram em uma situação íntima utilizando seu dispositivo móvel – seja celular ou tablet. Até aí, tudo bem. Porém, para que esses momentos permaneçam apenas entre o casal, a Kaspersky lembra a importância que a segurança digital tem para nossa privacidade online e nossas vidas, incluindo a amorosa. Essa preocupação deve existir em qualquer situação e não apenas quando o smartphone ou tablet é roubado, perdido ou hackeado, já que um acesso sem permissão do proprietário – mesmo que por brincadeira – pode terminar na exposição daquelas fotos íntimas. Para evitar situações constrangedoras, é importante se preocupar com a proteção de seu dispositivo móvel e dificultar o acesso à dados pessoais e confidencias. Para se ter uma ideia, 53% dos brasileiros não protegem seus dispositivos e apenas 21% deles utilizarem soluções antirroubo.

“O fator determinante para evitar ter dados ou fotos vazadas é entender que boas práticas de segurança online precisam ser adotadas, como senhas únicas, backup de arquivos, restrição de acesso – principalmente para fotos, pois tudo isso pode fazer com que, caso haja um acesso indesejado ao dispositivo, será mais difícil ter sua vida ou intimidade exposta”, afirma Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky.

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A Kaspersky recomenda que os casais tomem medidas de segurança mais abrangentes e entendam que segurança vale para tudo. Inclusive, para as fotos do seu amor.

• Entenda que qualquer coisa compartilhada online pode se tornar pública e isso pode ocorrer por meio de hackers ou alguém que teve acesso a seu dispositivo.

• Converse com seus familiares e amigos sobre golpes na internet e cibercrime. Por mais que seja um tabu, quanto mais informações sobre esse tipo de ameaça forem divulgadas, mais conhecimento sobre os riscos e as maneiras de proteção os usuários terão;

• Bloqueie seu dispositivo com senha. Esta é a primeira forma de proteção para evitar ter informações vazadas;

• Tenha um programa que permita apagar suas informações em um dispositivo perdido ou roubado. Dentro de algumas soluções de segurança, o usuário consegue selecionar a função “antirroubo” e ativar um bloqueio adicional e verificar a sua localização. Caso não haja como recuperar o aparelho, a tecnologia permite ainda apagar remotamente todo o conteúdo armazenado no celular.

• Tenha boas práticas de cibersegurança. Use senhas robustas e autenticação de dois fatores para ajudar a proteger suas mídias sociais, apps de mensagem e e-mail.

Fonte: Diário do Nordeste .

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