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Gás de cozinha vai ficar 6% mais caro. Mas Guedes não disse que valor cairia pela metade em 2 anos?

O gás de cozinha vai ficar 6% mais caro. Mas Guedes não disse que valor cairia pela metade em 2 anos?

O aumento, válido a partir desta quinta-feira (7/1), segue a alta do preço do petróleo no mercado internacional, que nesta quarta fechou cotado em US$ 54,30 o barril do tipo Brent. Em 2020, a alta do GLP foi de 21,9%.

O acréscimo atinge tanto o botijão de 13 kg, que será vendido nas refinarias a R$ 35,98, correspondente a 46% do preço total, quanto o GLP a granel, utilizado por indústrias, comércio, condomínios e academias, entre outros.

“Os preços de GLP praticados pela Petrobras seguem a dinâmica de commodities em economias abertas, tendo como referência o preço de paridade de importação, formado pelo valor do produto no mercado internacional, mais os custos que importadores teriam, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos internos de transporte para cada ponto de fornecimento, também sendo influenciado pela taxa de câmbio”, informou a Petrobras.

Preço pela metade, essa foi à promessa.  

Tanto o aumento, quanto quem anunciou vão contra a promessa feita pelo Ministro da economia Paulo Guedes. Ele afirmou ainda em 2019, no dia 27 de maio, que o preço do botijão de gás iria cair até 50% com a abertura do mercado do setor no país, por causa da maior competição entre empresas.

“Daqui a dois anos, o botijão de gás vai chegar pela metade do preço à casa do trabalhador brasileiro”, garantiu o ministro em 2019, mas, até então isso não aconteceu. Na ocasião Guedes ainda disse que, era preciso “quebrar o monopólio” do refino do petróleo, concentrado nas mãos da Petrobras, e da distribuição do combustível.

Por enquanto o preço só aumenta, e a Petrobras continua mandando.

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