O Instituto Nacional de Câncer (INCA) divulgou o relatório Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil, que projeta cerca de 781 mil novos casos da doença por ano no país entre 2026 e 2028, somando mais de 2,3 milhões de diagnósticos no triênio. Os dados reforçam o câncer como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil.
Segundo o estudo, o avanço está relacionado ao envelhecimento da população, mas também evidencia desigualdades regionais e dificuldades no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado. Excluindo o câncer de pele não melanoma, os tipos mais frequentes previstos para 2026 são mama feminina, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago.
Entre os homens, a estimativa é de 256 mil novos casos, com predominância dos cânceres de próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral. Entre as mulheres, são esperados 262 mil novos diagnósticos, com maior incidência de câncer de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide. O câncer de pele não melanoma segue como o mais comum em ambos os sexos, com cerca de 263 mil novos casos anuais, representando 30% do total.
O relatório destaca ainda cânceres com alto potencial de prevenção e detecção precoce, como o de colo do útero e o colorretal, por meio da vacinação contra o HPV e de exames de rastreio. Especialistas alertam que, além do envelhecimento, fatores evitáveis como sedentarismo, obesidade, má alimentação, tabagismo e o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre jovens contribuem para o aumento dos casos no país.
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