Desde que a Petrobras iniciou o ciclo de alta, em agosto, o reajuste acumulado no preço do gás vendido em botijões de 13 quilos chega a 67,8%.

Desde 2003, a estatal pratica dois preços para o gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha): um para os botijões menores e outro para grandes vasilhames ou a granel, mais usado por indústria e comércio. Este último teve reajuste de 5,3% anunciado na semana passada.
De acordo com a Petrobras, se o repasse do reajuste desta segunda for integral, o preço do botijão nas revendas subirá 4%, ou R$ 2,53.
“O reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais”, disse a empresa, em comunicado.
De acordo com o Sindigás (Sindicato das Empresas Distribuidoras de GLP), o preço praticado pela estatal está hoje 1,3% abaixo das cotações internacionais do produto.
[ads1]
Instituída em junho, a nova política de preços da companhia para o GLP considera as cotações internacionais, a taxa de câmbio e a margem de lucro.
No caso do produto vendido para o mercado industrial, a conta inclui ainda o custo de importação.
Em comentários nas redes sociais e em rodas de conversa, os consumidores falam que se podassem voltariam ao tempo dos avós, que cozinhavam a lenha ou a carvão. Sabemos que essas práticas destroem a natureza, apesar de serem comentários feitos em tom de brincadeira, também externam o desabafo e a revolta, devido a tantos reajustes consecutivos.
Com informações Folhapress




