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MS: Aluna de 15 anos, nãe de bebê de um ano, é morta em briga com colega; veja vídeo

Adolescente morta (Foto: Reprodução/Facebook)

Com apenas 15 anos de idade, a mãe de uma menina de um ano foi assassinada com golpe de canivete no abdômen por uma colega de sala de aula. Luana Vieira Gregória estudava no nono ano do ensino fundamental da Escola Estadual José Eduardo Ferreira, na Vila Bordon, periferia de Campo Grande (MS). Depois de uma briga de socos e pontapés na saída do colégio, acabou morta.

O crime aconteceu por volta das 11h30min locais depois das aulas. Dentro de sala, Luana e uma colega identificada apenas como D. se desentenderam por causa de um perfume da vítima. Colegas contaram que a promessa de ambas foi de “resolver” o problema na saída.

Vídeos entregues para a Polícia mostram Luana acertando o rosto de D. com socos e pontapés. Havia muita gritaria entre os estudantes que assistiam à “luta” entre as duas. A briga começou porque Luana teria borrifado perfume em sala de aula e a colega seria alérgica.

Uma amiga de Luana, T.C.N., de 16 anos, que também levou um golpe de canivete na perna, contou que a arma não era de D., mas de uma terceira garota, identificada pela Polícia como Dafni Ingrid de Lima, de 18 anos. “A Luana e a D. brigavam quando a Dafni apareceu com o canivete”, contou.

Segundo a adolescente, o canivete teria caído no chão e D. a pegou, acertando a barriga da Luana. A vítima ficou caída no chão até ser levada de carro a um posto de saúde. De lá, deu entrada na Santa Casa, mas como perdeu muito sangue, sofreu três paradas cardiorrespiratórias e não resistiu. A menina foi enterrada às 14 horas de ontem, no mesmo dia em que sua filha completava um ano de vida.

CASA APEDREJADA

A garota de 16 anos, suspeita de matar à facada, uma aluna de 15 anos, ontem, em frente à Escola Estadual José Ferreira Barbosa, na Vila Bordon, em Campo Grande, teve a casa onde mora apedrejada.

Segundo a delegada da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), Regina Márcia Rodrigues de Brito Mota, devido aos ataques, a mãe da agressora foi obrigada a sair da residência.

A adolescente ainda não se apresentou à polícia. O advogado dela havia informado que a jovem iria ser levada à DEPCA nesta tarde, mas desistiu da ideia após ver a movimentação da imprensa.

O Povo / Campo Grande News

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