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Sem limites: Menino de 11 anos é vítima de preconceito em Escola em SP; Veja

Preconceito | Após ter sido palco de um caso de preconceito, a Escola Municipal Joaquim Augusto Ferreira Mourão, litoral de São Paulo, foi novamente, por meio das redes sociais, criticado por não demostrar empatia pelas ocorrências. Desta vez, o caso relata agressões e ofensas a um menino de 11 anos.

O menino Kauê é portador de uma deficiência intelectual leve e foi taxado de ‘retardado’. Segundo o G1, os ataques acontecem desde o ano passado, quando a turma estudava em outra escola municipal. Entretanto, a situação se agravou, de acordo com a mãe do pequeno, Cintia Sena.

Imagem Ilustrativa/Google

 

Cintia disse ainda que a responsável pela escola havia chamado a criança de pedido que ele não contasse aos pais, se caso os colegas voltassem a insulta-lo.

“Eu fui conversar com a direção da escola, e me explicaram que fizeram isso para evitar mais confusão. Assim, nós [Cíntia e o marido] não iríamos à escola procurar saber o que estava acontecendo. Me disseram, ainda, que tratam a inclusão com o maior respeito, mas não foi isso o que aconteceu. Acredito que meu filho está sofrendo preconceito na escola”.

A mãe do menino relatou, ainda, que dentro da sala o filho é chamado de ‘retardado’ e ‘bebê chorão’, que já foi empurrado por colegas e que tentaram derruba-lo colocando o pé na frente de Kauê. Que deram tapas em sua cabeça e jogaram borracha e papel em sua direção.

okariri

 

“Ele entende tudo o que está acontecendo, mas não tem malícia para se defender, então, sempre começa a chorar. É muito difícil buscá-lo na escola e vê-lo sempre com o olho inchado de tanto chorar. Temo pela integridade física e emocional dele. Tenho medo que o empurrem a ponto de machucar de verdade, ou que isso atrapalhe seu desenvolvimento”, contou a mãe.

Em depoimento, a mãe acredita que a escola não tem demonstrado a preocupação necessária sobre os casos. “A direção não me parece preparada para enfrentar esse tipo de preconceito contra os alunos. É preciso impor regras, e que a escola se prepare, para acabar com isso. Chegaram até a falar que ele estava fantasiando e se jogando no chão. Na última semana, trocaram meu filho de sala. Eu aceitei, porque não aguentava mais, mas isso é errado, a culpa não é dele”, conclui.

Com Informações: Notícias ao Minuto

Arte/OKariri

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