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Barro-Ce: Coligação “O Povo Quer Mudança” é acusada de abuso de poder econômico; saiba mais

Em Barro-Ce, a Coligação “O Povo Quer Mudança”, que tem como candidato a prefeito, George Feitosa está sendo alvo de uma ação de investigação judicial eleitoral. Eles estão sendo investigados por abuso de Poder Econômico, abuso de Poder Político/Autoridade.

Foto: Divulgação | Google Fotos

Segundo o documento público que o Portal OKariri teve acesso do Juiz eleitoral estão possivelmente se utilizando de segurança privada constituída de policiais militares do estado de Pernambuco para impedirem que os “eleitores vigilantes do candidato José Marquinélio”, (também candidato a prefeito no mesmo município) “promovessem a fiscalização das visitas dos candidatos da oposição.

O documento ainda afirma que “por tais atos, o pedido liminar é de proibição de visitas e atos atentatórios de campanha desta natureza, após as 22h, diante do patente perigo de irreversibilidade dos desmandos praticados, com o imediato recolhimento do veículo POLO DE PLACAS PEG-8694”.

O juiz eleitoral da 092ª  Zona Eleitoral de Barro, Dr. Luzinaldo Alves Alexandre da Silva, afirma que ao seu “sentir e de forma sumária, próprio do momento processual, a conduta apontada na inicial é grave, especialmente quando se observa a possível utilização da função policial em atividade privada, com supostas ameaças a cidadãos”.

Como prova foi usado um áudio de uma apoiadora da oposição, um vídeo que mostra pessoas entrando em um veículo branco em frente a uma pousada, um vídeo do candidato em suposto ato de campanha noturna e algumas imagens de pessoas reunidas. O áudio da apoiadora refere-se a “dois caba da farda” e que os eleitores da oposição não “venham fazer pantin não”, em claro tom ameaçativo”.

Segundo o relatório “o áudio corrobora com o ofício da Polícia Militar, no qual restou consignado que dois Policiais Militares se apresentaram ao destacamento, informando que estavam no veículo fazendo o acompanhamento do candidato George Feitosa. Em análise perfunctória, revela-se a presença da probabilidade do direito e do perigo da demora, requisitos estes aptos ao deferimento da tutela de urgência em caráter incidental, conforme art. 300 do Código de Processo Civil”.

O juiz eleitoral DETERMINA “que os representados se abstenham de utilizar força policial em atividades privadas de campanha, sob pena de multa no montante de R$30.000,00, duplicada a cada reiteração da conduta, além das consequências legais e administrativas que do ato exsurgem”.

Além de tudo, o juiz alerta e proíbe quanto ao pedido de proibição de atos de campanha após as 22h, das aglomerações, além da observância obrigatória dos Decretos das autoridades sanitárias.

O representado tem prazo de 5 (cinco) dias, ofereçam ampla defesa, juntada de documentos e rol de testemunhas, se entenderem cabível.

CONFIRA O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA

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