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Frio em Barbalha e Barro contribuíram para o resfriamento da atmosfera e do solo no Ceará

No dia 20 de junho, iniciou-se o inverno do Hemisfério Sul e, nessa época do ano, há uma queda na temperatura que, no Brasil, é mais sentida nas regiões Sul e Sudeste. No Nordeste, pela proximidade à Linha do Equador, a redução na temperatura é bem menor, mesmo assim, são sentidas pequenas variações.

Houve dia que no intervalo de 24 horas, a rede de Plataforma de COleta de Dados mantida pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) registrou mínimas extremas de 15,4°C, no município de Barro,, 16,6°C em Tianguá e ainda 17,5°C, em Barbalha.

De acordo com a gerente de Meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto, além do fato de estarmos no período do inverno do hemisfério, outros fatores com altitude e condições meteorológicas atuais acabam colaborando para a variação na temperatura.

“Em Barbalha e Barro, localizado no Cariri, contribuíram para o registro de temperaturas mínimas extremas a maior perda radiativa ao longo da noite, devido a ausência de nuvens. Assim, com maior perda radiativa, as temperaturas mínimas, que são aquelas registradas próximo às 6h da manhã, são mais baixas. Em Tianguá, soma-se a essas causas, o fato de estar localizado em região de serra, com maior altitude”, explica a especialista.

A perda radiativa é o resfriamento da atmosfera e do solo é chamado tecnicamente de perda radiativa e acontece durante o dia e também durante a noite. Existe uma constante troca de calor entre o ar e a superfície e também entre o ar e a camada de nuvens que eventualmente está sobre um lugar.

(*) OKariri, com informações da Fuceme

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