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Transposição: Camilo recusa convite para estar com Bolsonaro no Ceará; “concebida e tocada no Governo Lula”

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), recusou um convite do presidente Jair Bolsonaro para participar da inauguração de um trecho da obra de transposição do Rio São Francisco no Estado nesta sexta-feira (26/jun).

Bolsonaro chamou o petista para sua primeira visita ao Ceará e afirmou, em transmissão nas redes sociais, que o governo federal “não tem oposição”. O chefe do Planalto embarcou pela manhã para agendas em Juazeiro do Norte e Penaforte, onde acompanhará o acionamento das comportas da estrutura.

O falecido Welington Landim junto com o então Líder do Governo na Assembleia Evando Leitão, o Presidente da Assembleia Zezinho Albuquerque e do Governador do Estado Camilo Santana, na gestão passada, em visita as obras do Cinturão das Águas (Foto: Reprodução)

Uma visita conjunta com Camilo Santana ao local da obra ou pelo menos um cumprimento no aeroporto em Juazeiro do Norte foi sugerida. Na quinta-feira, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, esteve com Camilo Santana em Fortaleza e levou pessoalmente o convite de Bolsonaro para o evento.

Durante a pandemia de covid-19, Bolsonaro criticou governadores pelas medidas de isolamento social e foi alvo de uma série de críticas – inclusive em cartas assinadas com outros Estados – feitas por Camilo Santana.

Pelas redes sociais, o governador petista disse que “Hoje é um dia importante para o nosso Ceará: o dia da chegada das águas do Rio São Francisco, uma obra de imensa relevância para nosso estado. Que foi concebida e tocada no Governo Lula, com o apoio do ex-ministro Ciro Gomes, e continuada pelos Governos Dilma, Temer e, agora, Jair Bolsonaro. Agradecemos a todos pela contribuição para o desenvolvimento dessa obra histórica para o Nordeste, cujo andamento acompanhei de perto nos últimos seis anos, e muito lutei para sua realização. Minha homenagem aos milhares de operários, engenheiros e colaboradores que dedicaram todo o seu esforço em dias incansáveis de trabalho. Só após superarmos este grave momento de pandemia, que já atingiu mais de cem mil irmãos e irmãs cearenses, deverei voltar ao local da transposição, para ver de perto as águas do São Francisco já no nosso Cinturão das Águas, por onde seguirão para garantir segurança hídrica para a população cearense”.

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