O futuro político do Ceará para as eleições de 2026 começa a ganhar novos contornos. Embora Camilo Santana, atual ministro da Educação, não demonstrasse intenção de disputar novamente o governo estadual, pesquisas recentes que apontam Ciro Gomes liderando a preferência do eleitorado e o aumento da rejeição de Elmano de Freitas têm alimentado especulações: Camilo poderia voltar ao cenário eleitoral?
Esse contexto cearense entra diretamente na agenda do Partido dos Trabalhadores, que anunciou para esta segunda-feira (2) uma reunião estratégica para discutir a definição de palanques estaduais. O encontro deve tratar de alianças, candidaturas majoritárias e dos rumos do partido nos estados, em um momento decisivo de preparação para 2026.
No plano nacional, o Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), comandado por Edinho Silva e coordenado pelo deputado José Guimarães, vai analisar o cenário político nos 26 estados e no Distrito Federal. A prioridade do PT é clara: construir uma estratégia sólida para garantir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cabendo a ele a decisão final sobre lançar nomes próprios ou apoiar aliados.
A projeção inicial do partido é lançar cerca de 20 candidatos ao Senado e entre 10 e 15 candidatos a governador. Estados como Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte são considerados estratégicos, enquanto no Sudeste, especialmente em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, o PT avalia a necessidade de palanques fortes — e nomes como Fernando Haddad já aparecem como possíveis peças-chave. Afinal, quais serão os próximos movimentos do partido e como o Ceará se encaixará nesse tabuleiro eleitoral?
RESUMO
• PT debate nesta segunda-feira (2) a definição de palanques estaduais e estratégia eleitoral para 2026.
• No Ceará, cresce a especulação sobre uma possível candidatura de Camilo Santana ao governo.
• Pesquisas indicam Ciro Gomes à frente na preferência do eleitorado e aumento da rejeição de Elmano de Freitas.
• Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), liderado por Edinho Silva e coordenado por José Guimarães, analisará o cenário nos 26 estados e no DF.
• A prioridade do partido é garantir a reeleição do presidente Lula em 2026.
• O objetivo é construir um mapa eleitoral para orientar futuras conversas com Lula, que terá a palavra final sobre candidaturas próprias ou apoio a aliados.
• Projeção inicial aponta que o PT deve lançar cerca de 20 candidatos ao Senado e entre 10 e 15 candidatos a governador.
• Estados governados pelo partido (Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte) são considerados estratégicos.
• Jerônimo Rodrigues, Elmano de Freitas e Rafael Fonteles têm direito à reeleição em seus estados.
• No Rio Grande do Norte, o cenário é delicado devido à possível renúncia da governadora Fátima Bezerra e do vice Walter Alves para disputar outros cargos.
• Partido estuda planos de contingência, incluindo possível candidatura de ministros, caso haja risco de perda de espaço no Nordeste.
• No Sudeste, Lula precisa de palanques fortes em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
• Em São Paulo, a tendência é que Fernando Haddad enfrente novamente Tarcísio de Freitas em disputa considerada crucial.
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