Em 90% dos municípios do Ceará a maioria das moradias ainda está fora da rede de esgoto

O Ceará tem apenas 9 municípios onde, pelo menos, metade das moradias são atendidas com esgotamento sanitário da rede...

Imagem Ilustrativa

O Ceará tem apenas 9 municípios onde, pelo menos, metade das moradias são atendidas com esgotamento sanitário da rede geral, pluvial ou fossa ligada ao sistema de tratamento. Isso significa que, em 175 cidades do Estado, a maioria da população está em moradias sem conexão a nenhum serviço público que colete o esgoto domiciliar.

Imagem: Reprodução

Esse retrato do acesso da população a serviços básicos faz parte do Censo Demográfico 2022, com novos dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última semana. 

A situação é ainda mais grave nos municípios de Chaval (0,2%), Ararendá (0,5%), Itaiçaba (0,7%) e Chorozinho (0,8%), onde menos de 1% da população é atendida pela coleta de esgoto. 

O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plan-Sab) também considera como adequado o uso de fossa séptica ou fossa filtro não ligada à rede.

Nesse caso, os municípios de Potiretama (72,2%), Tarrafas (66,1%), Guaramiranga (60,6%), Ibiapina (58,6%) e Alto Santo (52,1%) aparecem entre os que têm a maioria da população residente em domicílios onde o esgotamento sanitário é desse tipo.

Já o método de esgotamento mais utilizado no Estado, classificado como fossa rudimentar ou buraco, é realidade para 102 dos 184 municípios cearenses. As cidades de Ereré (96,3%), Itaiçaba (94,9%) e Ararendá (94,0%) têm os maiores percentuais dessa alternativa.

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