
O Ceará Sporting Club negou, na tarde desta sexta-feira (29), que o presidente do clube, Evandro Leitão, tenha oferecido R$ 600 mil a jogadores do Bragantino, conforme disse o presidente do time paulista, Marquinhos Chedid à Rádio Verdes Mares.
“A denúncia é vazia. Não há relação nenhuma com o Ceará”, afirmou o responsável pelo setor jurídico do time, Dr. Guilherme Magalhães. O advogado também afirmou que esse tipo de atitude não faz parte da história do Ceará. “Não diz respeito à forma como a gente atua”, garantiu.
A diretoria do Alvinegro cearense afirmou que entrará com uma notificação na Federação Cearense de Futebol (FCF) para que medidas sejam tomadas em relação ao afastamento dos jogadores titulares do Bragantino. “Serão notificadas a Federação Paulista, Federação Catarinense, e os dois clubes envolvidos. A CBF e o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) também (serão notificados) para que as medidas cabíveis sejam tomadas por eles para se verificar o caso, já que jogadores foram retirados”, disse Dr. Guilherme.
O dirigente do Bragantino estava rebatendo acusações – no programa “Atualidades Esportivas“, sobre o afastamento de jogadores titulares para o jogo contra o Figueirense no próximo sábado (30) – quando denunciou, ao vivo, o oferecimento de possível “mala branca” para os jogadores paulistas, por parte de Evandro Leitão.
A afirmação gerou polêmica porque o Ceará depende do resultado do jogo entre o Bragantino e o Figueirense para conseguir o acesso à Série A do Brasileirão.
Rádio Verdes Mares





