Foi com muita tristeza que recebemos a notícia do falecimento do Monsenhor Nicodemos Benício, que aconteceu nesta segunda-feira, 5 de maio, em sua residência em Jati, Ceará, por volta das três horas da manhã. Ele estava prestes a completar 103 anos de vida, uma trajetória de fé, dedicação e amor ao próximo.
Filho de Antônio Benício Pinheiro e Maria Emília Benício Pinheiro, Nicodemos nasceu em 30 de junho de 1922, na cidade de Jaguaribe, no Ceará. Quase dois anos depois, sua família se mudou para a cidade de Crato, na região do Cariri, onde ele cresceu e começou sua vocação religiosa.
A Diocese de Crato destacou, em nota, a história de vida e o legado deixado por Monsenhor Nicodemos, lamentando profundamente sua partida. Convidou toda a comunidade para a missa de corpo presente, que será realizada nesta segunda-feira, às 16h, na Igreja Matriz de Jati, para homenagear esse grande homem de fé.
HISTÓRIA:
Filho de Antônio Benício Pinheiro e Maria Emília Benício Pinheiro, Nicodemos nasceu em 30 de junho de 1922, em Jaguaribe. Ainda criança, mudou-se com a família para o Crato, onde viveu parte importante de sua vida e onde começou sua vocação ao sacerdócio.
Ao longo de sua trajetória pastoral, atuou como vigário substituto em Caririaçu, na Paróquia São Pedro. Em 1956, foi nomeado vigário cooperador em Brejo Santo, permanecendo pouco mais de um ano na cidade. Demonstrando um zelo incansável pelo rebanho de Deus, em 1957 foi nomeado Vigário Ecônomo de Parambu, no Ceará, que na época fazia parte da Diocese de Crato, permanecendo lá até março de 1970.
Depois, dedicou-se às comunidades de Jati, Porteiras e Penaforte. Na Paróquia Imaculada Conceição, em Porteiras, trabalhou até novembro de 1995. Depois, continuou seu serviço em Jati e Penaforte, sendo que na última permaneceu até janeiro de 1999, quando passou a colaborar com o Pe. José Sampaio Alves. Devido à sua idade avançada, passou a pastorear somente em Jati,, composta na época por três capelas e várias comunidades, posteriormente transformadas na Paróquia Senhora Santana.
Na Paróquia de Jati, foi responsável pela fundação de diversos movimentos e pastorais, como o Movimento de Juventude de Casais com Cristo, Catequese de crianças e adultos, fortalecimento do Apostolado da Oração, entre outros.
“Para mim, trabalhar na Igreja é uma grande honra e felicidade, porque vejo nela a portadora da verdade e sinal de salvação, ao ser o Sacramento de Jesus”, dizia ele com fé e esperança.
Que a memória de Monsenhor Nicodemos inspire a todos nós a seguir seus exemplos de amor, dedicação e fé. Sua caminhada deixa um legado inesquecível de esperança e serviço ao próximo.
No histórico tem informações de Porteiras Agora





