
A deputada estadual Fátima Leite (PRTB) condenou, na sessão desta sexta-feira (2), a decisão da presidente Dilma Rousseff de sancionar a lei que garante acesso à pilula do dia seguinte e atendimento em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de estupro. “Tentaram aprovar projetos aqui no Brasil para descriminalizar o aborto para que seja legal matar, assassinar o bebê no ventre das mães, como se isso fosse um bem e não um problema de saúde pública”, disparou a parlamentar contra a decisão.
As criticas também foram direcionadas ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que declarou que a lei apenas coloca em prática o que já era recomendado pelo ministério.“Dá-me a entender que a gravidez é uma doença e deve ter um remédio urgente para sarar essa doença”, disse Fátima Leite.
A parlamentar Fátima Leite se posicionou contrária ao casamento de pessoas do mesmo sexo pela atitude ir contra o que é pregado no evangelho. “Casamento é sacramento. E sacramento é entre um homem e uma mulher”. A deputada expôs que não julga os homossexuais, pois todos são filhos de Deus.
A visita do papa Francisco ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) também foi destacada por Fátima Leite em seu pronunciamento. “Foi um momento marcante para nós brasileiros e para aqueles que vieram de outros países para a Jornada Mundial da Juventude”, ressaltou.
Diário do Nordeste Online




