A data celebra o direito de todos os profissionais da mídia de investigar e publicar informações de forma livre.
Informação é poder, e por isso a tentativa de controlar os meios de comunicação sempre existiu e se chama censura. A Censura é o contrário da Liberdade de Imprensa, e é comum nos regimes ditatoriais não democráticos. Mas a luta pela liberdade de imprensa é constante, porque mesmo nos regimes democráticos a censura pode aparecer, de variadas maneiras.
Historicamente foram cometidos muitos crimes contra a liberdade de imprensa, principalmente durante a Ditadura Militar no Brasil.
Origem do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi criado pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – no ano de 1993.
A data foi criada para alertar sobre as impunidades cometidas contra centenas de jornalistas que são torturados ou assassinados como consequência de perseguições por informações apuradas e publicadas por estes profissionais (com informações calendarr).
Liberdade de Imprensa no Brasil
Embora mundialmente essa data seja comemorada no dia 3 de maio, conforme deliberação da ONU, no Brasil é comemorado no dia 7 de junho, em virtude da censura à imprensa escrita e falada, ocorrida durante o Estado Novo, depois acrescida à televisão, durante o período em que as Forças Armadas assumiram o poder, cujo início deu-se em 31 de março de 1964. A informação dos brasileiros era uma questão de “segurança” do Estado, ou seja, tudo o que era escrito ou falado passava pela censura do governo. Muitos brasileiros, no entanto lutaram pela liberdade de imprensa e, em consequência disso, foram presos, torturados e até mortos na luta por uma nação livre e soberana.
Durante o regime militar, apareceram no Brasil cerca de 150 periódicos regionais e nacionais de oposição ao governo. Cada um deles denunciava as torturas, as violações dos direitos humanos, a falta de liberdade, o arrocho salarial e a degradação das condições de vida dos trabalhadores.
A importância
Visto que a liberdade de expressão e informação são fundamentais para a existência de sociedades democráticas e essenciais para o progresso de um país, é preciso haver de mais investimentos e novas iniciativas para que esses profissionais continuem fazendo a historia, registrando fatos relevantes e ajudando a construir a história.





