Penaforte-CE: DNIT quer retirada das barracas da frente do posto fiscal ás margens da BR-116

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu noventa dias aos donos de barracas acusados de ocuparem ilegalmente...

Vão ter que sair barracas de frutas, borracharias, mercadinho lanchonetes, posto telefônico e restaurantes. | Foto: Na Rota Das Notícias

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu noventa dias aos  donos de barracas acusados de ocuparem ilegalmente há mais de 03 anos a faixa de domínio da BR-116 ao lado do Posto Fiscal , para deixarem o local.

Vão ter que sair barracas de frutas, borracharias, mercadinho lanchonetes, posto telefônico e restaurantes. | Foto: Na Rota Das Notícias
Vão ter que sair barracas de frutas, borracharias, mercadinho lanchonetes, posto telefônico e restaurantes. | Fotos: Na Rota Das Notícias

Há alguns dias o clima de apreensão era grande, com relatos que seriam retirados na manhã desta quarta-feira (30/11). Logo cedo chegaram dois caminhões caçamba e um ônibus com trabalhadores a serviço do DNIT, duas viaturas da Policia Rodoviária Federal (PRF) também chegaram ao posto fiscal e em seguida viaturas da Polícia Militar do destacamento local e também equipes da FTA de Brejo Santo comandados pelo Major Sobreira.

O clima de apreensão aumentou e antes da chegada dos representantes do DNIT, os policiais federais conversaram com alguns donos de barracas procurando tranquilizarem os mesmo, que a policia estavam ali para manter a ordem e que os donos de barracas conversariam com os representantes do DNIT e juntos procurariam uma solução.

O supervisor do DNIT o Sr: Waldir de Souza cumprindo determinação notificou aos donos das barracas para deixarem o local imediatamente, alegando que desde o ano de 2013 eles teriam recebido notificações para saírem do local, o supervisor também alegou que a determinação era por conta das barracas estarem invadindo a área do DNIT e também atrapalhando a saída dos caminhões do posto fiscal.

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Os donos das barracas que alegavam que ali era onde eles tiravam o sustendo dos filhos, também alegaram que a cidade não oferece outras opções de trabalho, e que não tinham intuito de causar danos ao posto e nem aos caminhoneiros, pelo contrário, eles de certa forma concordam as barracas deixavam a faixada do posto “feia”, mas que até o momento não tinham para onde irem e que queriam uma forma pacifica de solucionarem o problema sem confusões. “Queremos apenas trabalhar, finalizou o representante dos donos de barracas” e pediu 90 dias para procurarem uma solução e lembrando que o estado tinha doado um terreno para que eles pudessem trabalhar, mas que o terreno depende de aterro para ficar em nível com a BR-116.

Com Informações de Na Rota Das Notícias. 

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