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Saúde: Agosto Branco chama atenção para o câncer de pulmão

Instituído há cinco anos, o Agosto Branco chama a atenção para a importância da prevenção do câncer que mais causa mortes no mundo: o de pulmão. No ano de 2020, 1,7 milhão de pessoas no mundo morreram vítimas dessa doença, mais de 30 mil mortes apenas no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

Representação de um pulmão comprometido

Entre os principais fatores de risco para esse tipo de câncer estão o tabagismo, a poluição do ar, o contato com substâncias químicas como o asbesto (amianto) e derivados da queima de petróleo, e histórico familiar de câncer.

Grave e sorrateiro, desde 1985 ele lidera o ranking de mortalidade de câncer no mundo. No Brasil, desponta como o segundo mais comum em homens e mulheres. Porém, é possível de ser enfrentado com sucesso, sobretudo se houver diagnóstico precoce.

Os sintomas desse tipo de câncer ocorrem quando ele já está em estágio avançado. “Isso acontece porque temos um sistema de redundância pulmonar, que permite o crescimento e alastramento da doença sem causar impacto na respiração”, conforme explicado pelo Dr. Felipe Marques, médico pneumologista, especialista em doenças pulmonares intersticiais e terapia intensiva, chefe da equipe Copan de Pneumologia da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Apenas 16% dos tumores de pulmão são diagnosticados em estágio inicial, portanto, mais do que estar atento a eventuais sintomas, é preciso antecipá-los. A melhor forma de fazer isso é por meio do rastreio de pacientes de alto risco. O doutor Felipe explica as maneiras de fazer esse rastreio: “…realizando anualmente tomografias de tórax de baixa dose em adultos, entre 50 e 80 anos, que há pelo menos 20 anos fumam um maço por dia, ou que pararam de fumar há menos de 15 anos”.

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