O ministro da Educação e ex-governador Camilo Santana, em entrevista exclusiva ao jornal O Globo, publicada nesta segunda-feira (15.12), trouxe à tona uma questão política que tem gerado burburinho nos bastidores da política cearense: quem serão os dois candidatos apoiados pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para o Senado nas eleições de 2026?
Santana revelou que o PT possui um “arco de aliança muito grande”, com diferentes aliados disputando o apoio do partido para a disputa ao Senado. “Temos membros do nosso próprio partido que querem ser candidatos ao Senado. Mas nossos aliados chegam e dizem: ‘Olha, o candidato a presidente já é do PT, vamos apoiar. O candidato a governador também será do PT, e vamos apoiar. Mas, poxa, precisamos dividir os espaços'”, explicou o ministro, deixando claro que o PT está se preparando para uma negociação intensa para definir seus candidatos.
“Tem candidato do MDB, do PSD, do PT, do Republicanos que querem estar na chapa. Na hora certa nós vamos resolver”, acrescentou Santana, sem revelar muito mais sobre quem efetivamente ocupará as duas vagas disputadas. Mas aí surge a pergunta: em um cenário em que o PT se limita a apoiar apenas dois nomes, quem ficará de fora? Se não surgirem novos postulantes, a disputa deve se acirrar entre Júnior Eunício Oliveira (MDB), Mano (PSB) e José Guimarães (PT). A questão que todos se fazem é: quem o PT sacrificará
Será que o partido terá coragem de cortar na própria carne e deixar José Guimarães, um dos seus maiores representantes, de fora? Ou o corte será feito fora da “carne”, em candidatos de outras legendas, como o MDB ou o PSB? E mais: até que ponto o PT estará disposto a dividir os espaços com seus aliados, sem enfraquecer seu próprio nome na disputa? O jogo está apenas começando, e as respostas podem ter implicações profundas para o futuro político do Ceará.
O ministro da Educação e ex-governador Camilo Santana, em entrevista exclusiva ao jornal O Globo, publicada nesta segunda-feira (15.12), trouxe à tona uma questão política que tem gerado burburinho nos bastidores da política cearense: quem serão os dois candidatos apoiados pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para o Senado nas eleições de 2026?
Santana revelou que o PT possui um “arco de aliança muito grande”, com diferentes aliados disputando o apoio do partido para a disputa ao Senado. “Temos membros do nosso próprio partido que querem ser candidatos ao Senado. Mas nossos aliados chegam e dizem: ‘Olha, o candidato a presidente já é do PT, vamos apoiar. O candidato a governador também será do PT, e vamos apoiar. Mas, poxa, precisamos dividir os espaços'”, explicou o ministro, deixando claro que o PT está se preparando para uma negociação intensa para definir seus candidatos.
“Tem candidato do MDB, do PSD, do PT, do Republicanos que querem estar na chapa. Na hora certa nós vamos resolver”, acrescentou Santana, sem revelar muito mais sobre quem efetivamente ocupará as duas vagas disputadas. Mas aí surge a pergunta: em um cenário em que o PT se limita a apoiar apenas dois nomes, quem ficará de fora? Se não surgirem novos postulantes, a disputa deve se acirrar entre Júnior Eunício Oliveira (MDB), Mano (PSB) e José Guimarães (PT). A questão que todos se fazem é: quem o PT sacrificará?
Será que o partido terá coragem de cortar na própria carne e deixar José Guimarães, um dos seus maiores representantes, de fora? Ou o corte será feito fora da “carne”, em candidatos de outras legendas, como o MDB ou o PSB? E mais: até que ponto o PT estará disposto a dividir os espaços com seus aliados, sem enfraquecer seu próprio nome na disputa? O jogo está apenas começando, e as respostas podem ter implicações profundas para o futuro político do Ceará.
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