
A maioria dos policiais militares que são julgados pelo massacre do Carandiru, ocorrido em 1992 na zona norte de São Paulo, ficou em silêncio ontem durante depoimento no Fórum da Barra Funda (zona oeste de SP).
Alguns policiais alegaram que por orientação da advogada Ieda Ribeiro de Souza decidiram ficar em silêncio. O PM Roberto do Carmo Filho chegou a dizer que era inocente, mas se recusou a responder as perguntas da acusação. Já o PM Ronaldo Ribeiro dos Santos, capitão da Rota, foi o primeiro a falar no plenário no início da tarde de ontem, quando o julgamento foi retomado.
Ele afirmou que viu vultos nos corredores da penitenciária, mas que não conseguiu identificá-los. “Pedi para voltar para as celas. Uns obedeceram; outros, não”, disse.
O Povo





