Economia brasileira ganha fôlego no início de 2026, mas dado anual ainda é negativo

O mercado acompanha o IBC-Br de perto porque ele ajuda a calibrar expectativas sobre o PIB e a política...
Foto: Reprodução Google Imagens
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O indicador de atividade econômica do Banco Central mostrou fôlego no começo de 2026. O IBC-Br de fevereiro, divulgado na quinta-feira, 16/04, subiu 0,6% frente a janeiro, já com ajuste sazonal, sinalizando que a economia brasileira manteve dinamismo mesmo com a Selic em 14,75% ao ano.

O avanço mensal foi disseminado, mas liderado pela indústria, que cresceu 1,2%. Agropecuária subiu 0,2% e serviços, 0,3%. O índice do BC reúne dados da indústria, comércio, serviços, agro e impostos, funcionando como um termômetro amplo do ritmo da atividade no país.

Na comparação anual, o cenário é menos animador. Sem ajuste sazonal, o IBC-Br recuou 0,3% em relação a fevereiro de 2025. No acumulado de 12 meses até fevereiro, a alta é de 1,9%, indicando crescimento moderado e ainda distante de uma tração forte.

O mercado acompanha o IBC-Br de perto porque ele ajuda a calibrar expectativas sobre o PIB e a política monetária, mas o próprio BC reforça que não é uma prévia exata do PIB. Com juros elevados, qualquer sinal de aceleração ou freada da atividade mexe direto nas projeções de inflação, crescimento e trajetória da Selic.

Resumo em tópicos:

  • Resultado mensal: IBC-Br subiu 0,6% em fev/2026 vs jan/2026, com ajuste sazonal.
  • Destaques setoriais: Indústria +1,2%, serviços +0,3%, agropecuária +0,2%.
  • Comparação anual: queda de 0,3% vs. fev./2025, sem ajuste. Acumulado em 12 meses: +1,9%.
  • Contexto monetário: Selic em 14,75% ao ano. IBC-Br não é prévia do PIB, mas baliza decisões do Copom.

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