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Eleições 2018: Alckmin quer virar o “candidato dos pobres”; entenda

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Foto: Veja

Rejeitado por 26% da população, considerado um político frio, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB) quer mostrar que está atento ao povo e aos mais pobres.

Para construir essa imagem de “candidato dos pobres”, o político deu início nesta segunda-feira (3) a uma operação para modelar a sua imagem, reforçando a preocupação social, sintetizada pelo jingle, “Geraldo é cabeça e coração”.

[ads1] Alckmin se esforça para construir uma imagem de gestor com responsabilidade fiscal e comprometido com a população carente.

Nesta ultima segunda-feira o tucano prometeu subsidiar metade da tarifa do gás de botijão às famílias carentes. Alckmin definiu o programa como o “Vale Gás”. De acordo com o candidato, o programa teria custo estimado em menos de R$ 2 bilhões por ano para beneficiar 8,3 milhões de famílias, já cadastradas na tarifa social de energia elétrica. O tucano disse ainda que os recursos para custear o programa adviriam de, segundo ele, “um ajuste fiscal muito forte”, mas não detalhou a fonte.

Em seguida, o candidato visitou uma unidade do Bom Prato, rede de restaurantes populares. Alckmin desistiu de almoçar no Bom Prato, como constava em sua agenda pública. A passagem pela unidade foi abreviada depois de auxiliares detectarem risco de hostilidade.

O candidato entrou no restaurante para gravar imagens, deu uma breve entrevista e caminhou por cinco minutos pela rua. Ouviu algumas provocações sobre a máfia da merenda e recebeu cumprimentos de simpatizantes.

Conforme pesquisa do Datafolha, o tucano tem a terceira maior rejeição entre os presidenciáveis, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), de 39%, e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 34%, cuja candidatura foi barrada.

Com informações da Folhapress.

Farmácia São Mateus1
Arte/OKariri

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