
Operações de combate ao tráfico de drogas promovidas em Missão Velha e Juazeiro do Norte resultaram na prisão de quatro mulheres. Na primeira cidade, o trabalho reuniu equipes da Força Tática de Apoio (FTA) de Juazeiro, Crato e Missão Velha averiguando denuncias de pontos da venda de drogas. Na Rua Coronel José Dantas, 2257 (Bairro Maternidade) naquele município, os militares encontraram drogas e uma arma.
No imóvel foram presas Josefa Rodrigues da Silva, de 44, sua irmã Maria Damiana Rodrigues da Silva, de 47, e Luciene Maria de Oliveira, de 22 anos, ali residentes. Os PMs encontraram um revolver calibre 38 com seis cartuchos intactos, 240 gramas de crack, 11 gramas de cocaína, cerca de R$ 2 mil em dinheiro, uma impressora com computador completo, um toca CD e um celular. As três não possuíam registros de passagens pela polícia a não ser a partir de agora já que foram trazidas para serem autuadas em flagrante na Delegacia de Juazeiro.
Já por volta das duas horas da madrugada desta sexta-feira na Rua Antonio Saraiva Landim, 1007 (Bairro Frei Damião) em Juazeiro do Norte, militares do Ronda do Quarteirão prenderam Cícera Maria do Nascimento, de 36 anos, ali residente. Quando ela viu a viatura da polícia correu para sua residência, mas foi perseguida e, com a mesma, os militares encontraram 14 papelotes de crack e R$ 315,00 em dinheiro provavelmente oriundos da venda de substâncias entorpecentes.
LAVRAS DA MANGABEIRA
Uma vistoria feita na tarde desta quinta-feira (22) na Cadeia Pública de Lavras da Mangabeira, resultou na apreensão cinco celulares, além de chips, baterias, e armas artesanais. A inspeção de rotina com os policiais militares foi solicitada pelos agentes prisionais da unidade.
Os materiais foram encontrados nas celas um e dois, no entanto, os chips estavam em posse do detento Cicero Moreira Gonçalves, que responde pelo crime de homicídio. Com o detento, a polícia ainda encontrou quase mil reais.
Todo material apreendido foi encaminhado à delegacia da cidade. Será instaurado inquérito para apurar como os celulares e chips foram postos no interior da cadeia.
Agência Miséria





